Uma vida de arrependimentos
É uma parábola não vivida
Um conto inacabado
Uma rua sem saída.
Uma paixão não amada
São faíscas apagadas
Chances fracassadas
Uma rua sem saída
Eu quero recomeçar,
Ter que voltar da onde parei
E tentar acertar
Mas você me olha desse jeito,
Me da medo
Revele-me o seu segredo
Para que eu possa confiar
Me dê uma garantia
De que essa não é uma brincadeira
Eu estou me apaixonando
E sequer estou percebendo
Mas sou quem faço meu destino
Caso alguém queira me impedir
Me convença na hora da dúvida
Pois quando eu decidir agir
Não vou me arrepender, nem fugir
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Interpol - Narc
domingo, 30 de maio de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
_A Felicidade!

Todos a procuram, e a idealizam. Muitos a esquecem e projetam coisas que não os faz verdadeiramente felizes, por terem esquecido como se planeja uma vida feliz.
Ela é perseguida e tem sempre uma estratégia meticulosamente armada para fugir de quem a deseja.
É auto-suficiente, e por vezes tenta entrar no mundo de quem não ouve ela chamar. Irônico como funciona, não? Mas é assim. Não é para todos. Apenas para os que acreditam e aceitam, que o dia de amanhã pode ser melhor, e que as coisas sempre podem mudar, pra melhor!
Provoca medo, pois seus alvos são feitos de insegurança, de modo que nem que ela consiga provar que trará melhoras, terá credibilidade para fazer com que se entreguem a ela sem 'esperar uma tragédia inesperada'.
Estado de espírito ou não, é vinculada ao que é bom. Tem sinonimo de paz para uns, de conforto para outros, para tantos é representada pelo ilusório valor monetário projetado em adquirir bens materiais que acabarão por se consumir no fim, se não conseguirem enterrar seus donos antes. Entretanto, para uma minoria esperançosa, ela vem acompanhada de amigos, carinho, bem-estar, momentos de frio, de calor, de afeto, de amor.
Nem sempre está feliz, pois vem sendo cada vez mais difícil efetuar seu trabalho neste mundo. Nessas pessoas. Porém estará sempre incumbida de consolar um coração abatido, uma decepção causada pela maldade dos que já não a desejam, ou sequer chegaram a conhecê-la.
Acompanhou a mudança com o passar do tempo. E percebeu que nada mudou de fato, a não ser a transferência de valores que as pessoas fazem achando ser a resposta pra 'tal' felicidade. A transferência pode ocorrer após um trauma, ou desde o ano 0 do nascimento de alguém. As vezes ela é projetada em 'falsos Deuses' esculpidos em pedras que não possuem vida alguma.
As vezes, ela me contou, os medrosos fazem do seu momento feliz, transformar a vida de terceiros uma infelicidade só. Esses são dignos de perdão, dó, e pena. Redundantemente. São crianças desorientadas que fazem com que algumas pessoas nunca saiam de casa num dia ensolarado, porque a essência da felicidade delas foi tirada na adolescência, ou em algum outro momento constrangedor da vida. Fatídicas pessoas. O que temem, atacam. E atacam a si mesmas, por nunca chegarem a uma resposta tangível e agradável que os acalme!
Seres Humanos? Claro, são os maiores inimigos dela. Da Felicidade!
E o mais contraditório é saber que ela, por mais sarcástica que possa ser de quando em vez, está aqui para os servir. Alegrar seus dias. Trazer alguém especial. E por fim, transformar sua estadia aqui, nesse mundo aonde fomos colocados, uma vida boa de se viver.
Louco eu seria se a personificação da felicidade na minha vida fosse outra, que não meus amigos, minha família, meus amores que vem e vão, minha verdadeira FORTALEZA FELIZ.
Mas uma coisa lhe posso dizer, não fora a felicidade quem os abandonara. Foram vocês próprios. Ela apenas foi enterrada num buraco muito profundo, e esquecida pelo mundo.
Por Jefferson Almeida
sexta-feira, 21 de maio de 2010
_Confissão da Dependência

Eu sei que deveria confessar
Mas esconder a verdade de mim mesmo
Parece ser o que me mantêm vivo
De pé eu consigo enxergar o controle de tudo
E vejo que minha vida não é a única
A existência da humanidade
Talvez dependa dessa mentira
E pretendo guarda-la, até que possa
Conta-la como sendo uma verdade
Em que as pessoas possam acreditar e
Confiar, e esquecer
Que existe um mundo lá fora
E estourar, as partículas que restam
Colocando sempre a frente a desculpa pra ceder!
Sendo assim, vou aprender a transformar
Mudar as coisas de lugar
Aprender a omitir, ao invés de só fugir
Apresentar, o que chamam de coragem
E deitar ao chão, e esperar que alguém
Enfim venha me salvar, me estender a mão
Confiar, e esquecer
Que existe um mundo lá fora
E estourar, as partículas que restam
Colocando sempre a frente a desculpa pra ceder!
_____________
Essa letra trata-se da dependência que temos um do outro pra vivermos! Num mundo com tanta gente, tantos sonhos entrando em conflito todos os dias, tantas pessoas caminhando por objetivos tão diferentes... Trata-se de reconhecer que sozinho não somos nada! Trata-se de, literalmente, perceber enfim que devemos saber que uma ajuda de alguém é necessário, assim como somos essenciais para outrem!
Basicamente isso;
Por Jefferson Almeida!
Na vitrola: The Killers - Read My Mind
segunda-feira, 17 de maio de 2010
_Novas Sinfonias Otimistas!
Lembre-se dos dias de otimismo
Se sinta bem porque o sol aplacou o seu rosto hoje
Encontre novas maneiras de viver e então ressucite a vontade de ser o melhor do mundo!
Você pode encontrar forças na musica!
Quando você pensa em mim, somos como uma sinfonia que toca a melodia do coração!
Que toca a vitória, que traz a solução!
Ninguém pode evitar isso!
Somos o projeto do destino que diz que tudo vai melhorar
Mesmo distante, pense em mim, e então vamos existir!
Hey! Pense em mim! Não me deixe sucumbir!
Talvez eu tire sua lembrança de uma fantasia
Mas e dai? eu estou vivo! E isso me anima muito!
Talvez eu queira que você seja só minha
Mas e daí? Todos nós cremos em coisas impossíveis...
Em coisas impossíveis...
Você pode encontrar forças na música!
Quando você pensa em mim, somos como uma sinfonia que toca a melodia do coração!
Que toca a vitória, que traz a solução!
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Interpol - No I In Threesome
Se sinta bem porque o sol aplacou o seu rosto hoje
Encontre novas maneiras de viver e então ressucite a vontade de ser o melhor do mundo!
Você pode encontrar forças na musica!
Quando você pensa em mim, somos como uma sinfonia que toca a melodia do coração!
Que toca a vitória, que traz a solução!
Ninguém pode evitar isso!
Somos o projeto do destino que diz que tudo vai melhorar
Mesmo distante, pense em mim, e então vamos existir!
Hey! Pense em mim! Não me deixe sucumbir!
Talvez eu tire sua lembrança de uma fantasia
Mas e dai? eu estou vivo! E isso me anima muito!
Talvez eu queira que você seja só minha
Mas e daí? Todos nós cremos em coisas impossíveis...
Em coisas impossíveis...
Você pode encontrar forças na música!
Quando você pensa em mim, somos como uma sinfonia que toca a melodia do coração!
Que toca a vitória, que traz a solução!
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Interpol - No I In Threesome
quarta-feira, 5 de maio de 2010
_O Crescimento Inevitável, a Maturidade Contestável...
Na mente de um menino eu vi o amor nascer
Fui aprendendo a crescer
Me deparei com desafios
Mas fiz deles uma brincadeira minha
Você me ensinou a sofrer
Morreu pra mim, e me deixou padecer
Aprendi a chorar
Até a lágrima acabar, secar
Você saiu da minha vida
Foi tão fácil me esquecer
Mas não estou descontente
Você me ensinou a viver
Me ensinou a sofrer
Morreu pra mim, eu vou ter que esquecer
Tudo que eu vivi
Foi tão fácil...
Você me ensinou a crescer
Mas a maturidade é contestável
Você me ensinou a morrer
Estou num lugar adorável...
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: City and Colour
Fui aprendendo a crescer
Me deparei com desafios
Mas fiz deles uma brincadeira minha
Você me ensinou a sofrer
Morreu pra mim, e me deixou padecer
Aprendi a chorar
Até a lágrima acabar, secar
Você saiu da minha vida
Foi tão fácil me esquecer
Mas não estou descontente
Você me ensinou a viver
Me ensinou a sofrer
Morreu pra mim, eu vou ter que esquecer
Tudo que eu vivi
Foi tão fácil...
Você me ensinou a crescer
Mas a maturidade é contestável
Você me ensinou a morrer
Estou num lugar adorável...
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: City and Colour
quinta-feira, 22 de abril de 2010
_Teoria do Caos - Part II (Libertação!)
Criei em você o que sempre quis ver em mim
Um personagem novo emergiu da escuridão do meu próprio abismo E então eu ressurgi, me entreguei, e fui leal ao que sempre sonhei
Minha válvula de escape chegou
Fui entregue ao caos
Fui feliz e amoral, num mundo aonde minha felicidade é ditada por mim
Agora, quanto menos eu possuo, menos sou possuído
Minha base não está naquilo que eu enxerguei quando estava cego
Tive que esclarecer minha alienação, e ver um consumista em mim
Só assim pude lembrar que as coisas que eu adquiro estão cada vez mais amarradas ao pé da minha cama, me causando insônia e dor de cabeça.
Louco eu sou, pois danço uma música que ninguém pode ouvir
Liberto estou, pois a música que toca em mim, não tem limites para me afugentar
Estou livre
Não sou meu salário
Não farei parte do massacre feito a meus descendentes
Não sou minhas conquistas
E elas não explicam nada sobre mim
Tudo que eu preciso, já encontrei
Eu sou tudo que eu preciso
Liberto estou, depois de descer até não poder cair mais
Não poder mais fugir
Não poder mais sangrar...
Por muito tempo fiz parte de algo que não podia controlar
Por tempos extensos fiz obras para alimentar o vazio que existia em mim
Agora que enxergo percebo,
Faço parte do mesmo lamaçal que você
O fim de tudo começa aqui
Estou livre !
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Placebo - Come Undone
Um personagem novo emergiu da escuridão do meu próprio abismo E então eu ressurgi, me entreguei, e fui leal ao que sempre sonhei
Minha válvula de escape chegou
Fui entregue ao caos
Fui feliz e amoral, num mundo aonde minha felicidade é ditada por mim
Agora, quanto menos eu possuo, menos sou possuído
Minha base não está naquilo que eu enxerguei quando estava cego
Tive que esclarecer minha alienação, e ver um consumista em mim
Só assim pude lembrar que as coisas que eu adquiro estão cada vez mais amarradas ao pé da minha cama, me causando insônia e dor de cabeça.
Louco eu sou, pois danço uma música que ninguém pode ouvir
Liberto estou, pois a música que toca em mim, não tem limites para me afugentar
Estou livre
Não sou meu salário
Não farei parte do massacre feito a meus descendentes
Não sou minhas conquistas
E elas não explicam nada sobre mim
Tudo que eu preciso, já encontrei
Eu sou tudo que eu preciso
Liberto estou, depois de descer até não poder cair mais
Não poder mais fugir
Não poder mais sangrar...
Por muito tempo fiz parte de algo que não podia controlar
Por tempos extensos fiz obras para alimentar o vazio que existia em mim
Agora que enxergo percebo,
Faço parte do mesmo lamaçal que você
O fim de tudo começa aqui
Estou livre !
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Placebo - Come Undone
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Teoria do Caos
segunda-feira, 19 de abril de 2010
_Teoria do Caos - Part I (Alienação!)
Todas as coisas que eu vejo
Tudo que me rodeia
Aquilo que eu quero Não é aquilo que preciso
As coisas que eu desejo estão enterradas, controladas pela vida moderna
Liguei o piloto automático me alienei, criando um mundo paralelo
Chegar ao fim não é fácil
As coisas que conquistei, me venceram, me renderam e me colocaram de joelhos
Perante a homeostase linear
Eu vivi um súbito retorno, calculado em equações que previram meu fracasso
Eu estou aqui não por obra do acaso, mas por força de um destino que estava traçado desde o começo de tudo!
O fim de tudo começa agora!
Dentro de mim existe um abismo que busco preencher com valores monetários
Meus aparelhos são ligados a mim, para que meu coração possa bater
Eles me possuem
Preciso lutar!
Preciso quebrar as regras!
Tenho que acordar
Abrir os olhos e sair das trevas
Eu sou o 'Projeto Destruição!'
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Placebo - Julien
Tudo que me rodeia
Aquilo que eu quero Não é aquilo que preciso
As coisas que eu desejo estão enterradas, controladas pela vida moderna
Liguei o piloto automático me alienei, criando um mundo paralelo
Chegar ao fim não é fácil
As coisas que conquistei, me venceram, me renderam e me colocaram de joelhos
Perante a homeostase linear
Eu vivi um súbito retorno, calculado em equações que previram meu fracasso
Eu estou aqui não por obra do acaso, mas por força de um destino que estava traçado desde o começo de tudo!
O fim de tudo começa agora!
Dentro de mim existe um abismo que busco preencher com valores monetários
Meus aparelhos são ligados a mim, para que meu coração possa bater
Eles me possuem
Preciso lutar!
Preciso quebrar as regras!
Tenho que acordar
Abrir os olhos e sair das trevas
Eu sou o 'Projeto Destruição!'
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Placebo - Julien
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