Tempo que vai, e que nos leva a juventude
Experiência que sem o tempo não existiria
Faz tudo tornar-se passado, e traz um desconhecido chamado futuro
Devagar transforma dores em maturidade, e lágrimas em histórias pra contar
Em sentido horário, caminho sem volta
Mudança no destino, prevista pelo acaso
Maré que muda, nos faz sair de casa
Homem responsável de paletó e gravata
Não há certeza de haver amanhã, e nem de portas abertas
Era junho, e o flash capturou aquele momento
Uma semente que foi plantada
E uma criança que está crescendo
Aquele foi seu último casamento
Por Jefferson Almeida
sábado, 4 de junho de 2011
sábado, 26 de fevereiro de 2011
_Mecanismo de (Des)ordem
Você vive apenas uma vez. Partindo daí, é fato que quer dê certo, quer dê errado, você não poderá mudar o que aconteceu e passou. O futuro não lhe pertence. De modo que, se há aqui alguma possibilidade de fazer valer a pena, é hoje. O presente é o tempo de mudar, de planejar, de melhorar. O presente é a época pra crescer, e na luta diária, conseguir desviar(se) das adversidades, focando num objetivo maior. Em algo que tenha significância.
O problema é que você sente medo de mudar. Foi ensinado, desde os primórdios, que a situação sempre pode piorar. Sua cultura é manipuladora, e te faz crer em falsos deuses que te protegem de tudo, assim você não precisa se preocupar, nem correr atrás de nada. De olhos vendados, nem ao menos se dá conta do caminho que está percorrendo.
Eu prefiro o estrago. A homeostase acomoda a gente. Mudanças são necessárias, pra melhorias que tentamos evitar, com medo da situação piorar. Não que eu seja contra buscar o equilíbrio, porém não aprovo ser controlado por 'mecanismos de regulação' ditatoriais. Sou mais do que isso. Eu sou imprevistos.
Não consigo encontrar, por mais que procure, uma vantagem pra permanecer estagnado. Falo no sentido de não conhecer coisas novas. Me refiro a pessoas, lugares, teorias, verdades, opiniões. A diversidade que não é explorada é igual ao trigo no campo, que secou. É como a colheita perdida, ou como a fonte que já não tem mais água.
Nos acostumamos muito facilmente com o que nos ofertam. E a ignorância nos veda a oportunidade de sermos felizes por completo. Aceitamos viver pela metade, aceitamos não experimentar tudo que nos foi oferecido em suma qualidade, por medo de explorar. Perdemos, por nossa própria culpa, o direito de elevarmos ao máximo nosso conhecimento, porque pensamos estar sempre certos. Em nossos casulos escondemo-nos, e ao olhar pra o lado vemos outros mundos, os quais nunca procuraremos entender.
Sim, somos infinitamente prepotentes. E nos julgamos defensores do livre arbítrio, que não é usado para nada.
Quisera eu um dia poder viver a margem das regras que regem a minha vida. Pudera eu, quem sabe, sair da caverna e descobrir um admirável mundo novo. Quisera eu deter a verdade, e questioná-la. Quiçá algum dia eu ache alguém pra me explicar, que tudo isso não é novidade. Pois não há em baixo dos céus algo que seja novo. Há somente pessoas praticando os mesmos erros, ciclicamente, como se vivêssemos um 'eterno retorno' envolto de apenas algumas diferenças.
Pratiquemos, pois, a órbita, e comecemos a nos movimentar (para frente).
Preciso mudar.
Preciso crescer.
Preciso morrer, e nascer novamente.
Sou demasiadamente humano. Sou pecador. Sou hipócrita. E esse é o meu fardo.
Porém, todavia, SOMENTE DEUS PODERÁ ME JULGAR.
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Elvis Presley - My Way
O problema é que você sente medo de mudar. Foi ensinado, desde os primórdios, que a situação sempre pode piorar. Sua cultura é manipuladora, e te faz crer em falsos deuses que te protegem de tudo, assim você não precisa se preocupar, nem correr atrás de nada. De olhos vendados, nem ao menos se dá conta do caminho que está percorrendo.
Eu prefiro o estrago. A homeostase acomoda a gente. Mudanças são necessárias, pra melhorias que tentamos evitar, com medo da situação piorar. Não que eu seja contra buscar o equilíbrio, porém não aprovo ser controlado por 'mecanismos de regulação' ditatoriais. Sou mais do que isso. Eu sou imprevistos.
Não consigo encontrar, por mais que procure, uma vantagem pra permanecer estagnado. Falo no sentido de não conhecer coisas novas. Me refiro a pessoas, lugares, teorias, verdades, opiniões. A diversidade que não é explorada é igual ao trigo no campo, que secou. É como a colheita perdida, ou como a fonte que já não tem mais água.
Nos acostumamos muito facilmente com o que nos ofertam. E a ignorância nos veda a oportunidade de sermos felizes por completo. Aceitamos viver pela metade, aceitamos não experimentar tudo que nos foi oferecido em suma qualidade, por medo de explorar. Perdemos, por nossa própria culpa, o direito de elevarmos ao máximo nosso conhecimento, porque pensamos estar sempre certos. Em nossos casulos escondemo-nos, e ao olhar pra o lado vemos outros mundos, os quais nunca procuraremos entender.
Sim, somos infinitamente prepotentes. E nos julgamos defensores do livre arbítrio, que não é usado para nada.
Quisera eu um dia poder viver a margem das regras que regem a minha vida. Pudera eu, quem sabe, sair da caverna e descobrir um admirável mundo novo. Quisera eu deter a verdade, e questioná-la. Quiçá algum dia eu ache alguém pra me explicar, que tudo isso não é novidade. Pois não há em baixo dos céus algo que seja novo. Há somente pessoas praticando os mesmos erros, ciclicamente, como se vivêssemos um 'eterno retorno' envolto de apenas algumas diferenças.
Pratiquemos, pois, a órbita, e comecemos a nos movimentar (para frente).
Preciso mudar.
Preciso crescer.
Preciso morrer, e nascer novamente.
Sou demasiadamente humano. Sou pecador. Sou hipócrita. E esse é o meu fardo.
Porém, todavia, SOMENTE DEUS PODERÁ ME JULGAR.
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Elvis Presley - My Way
sábado, 25 de dezembro de 2010
_Emancipação Social
Pela lei? Completamente sozinho e responsável pelos meus atos.
Porém sei que existe algo muito maior do que eu para me sustentar;
E são vocês que estarão comigo sempre que eu precisar,
Porque eu fui sortudo demais ao nascer nesta família.
Estou emancipado socialmente agora,
Porém nunca serei grande o suficiente
Que não possa pedir um conselho,
Ou tão somente ouvir uma bronca de advertimento.
Obrigado por tudo até aqui. E vocês têm sido ÓTIMOS.
A vocês dedico esta data.
Por Jefferson Almeida
Porém sei que existe algo muito maior do que eu para me sustentar;
E são vocês que estarão comigo sempre que eu precisar,
Porque eu fui sortudo demais ao nascer nesta família.
Estou emancipado socialmente agora,
Porém nunca serei grande o suficiente
Que não possa pedir um conselho,
Ou tão somente ouvir uma bronca de advertimento.
Obrigado por tudo até aqui. E vocês têm sido ÓTIMOS.
A vocês dedico esta data.
Por Jefferson Almeida
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
_Labirinto
Esta é mais uma noite, de mais uma vida
Estou cercado de caminhos
Um labirinto fechado
Fui abandonado em uma ilha
Suando frio
Aprendi a não me apegar a pessoas
Eu me apego a momentos
Pois o passado é imutável, e não me decepcionará
O que já foi, aconteceu, não há como mudar
Dentro de mim sempre vai existir um pouco de você
Mas nunca mais serei seu
Fui abandonado em minha própria mente
O labirinto se escureceu
Aprendi a não me apegar a pessoas
Eu me apego a momentos
Pois o passado é imutável, e não me decepcionará
O que eu já vivi está guardado em minhas lembranças
Ninguém me tirará
Ninguém me tirará
Ninguém me tirará
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Brandon Flowers - Only The Young
Estou cercado de caminhos
Um labirinto fechado
Fui abandonado em uma ilha
Suando frio
Aprendi a não me apegar a pessoas
Eu me apego a momentos
Pois o passado é imutável, e não me decepcionará
O que já foi, aconteceu, não há como mudar
Dentro de mim sempre vai existir um pouco de você
Mas nunca mais serei seu
Fui abandonado em minha própria mente
O labirinto se escureceu
Aprendi a não me apegar a pessoas
Eu me apego a momentos
Pois o passado é imutável, e não me decepcionará
O que eu já vivi está guardado em minhas lembranças
Ninguém me tirará
Ninguém me tirará
Ninguém me tirará
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Brandon Flowers - Only The Young
terça-feira, 28 de setembro de 2010
_Minha Pequenez
Observo, analiso, reconheço. Sou pequeno.
Meço, tento, reconheço. Nunca saberei o preço que foi o seu sacrifício.
Busco. Procuro. Encontro. Tua presença é o melhor lugar.
Durmo. Descanso. Me encontro. Tua mão em minha vida está.
Te desejo. Te sigo. Te quero dentro de mim.
Me salva. Me cura. Me leva pra longe daqui.
Confio. Espero. Aprendo. Não há outro além de ti.
Te amo. Me justifica. Tudo que eu quero é te servir.
Sou pequeno.
Mas seguro estou.
Sou pequeno.
Mas você é o meu senhor!
Por Jefferson Almeida
Meço, tento, reconheço. Nunca saberei o preço que foi o seu sacrifício.
Busco. Procuro. Encontro. Tua presença é o melhor lugar.
Durmo. Descanso. Me encontro. Tua mão em minha vida está.
Te desejo. Te sigo. Te quero dentro de mim.
Me salva. Me cura. Me leva pra longe daqui.
Confio. Espero. Aprendo. Não há outro além de ti.
Te amo. Me justifica. Tudo que eu quero é te servir.
Sou pequeno.
Mas seguro estou.
Sou pequeno.
Mas você é o meu senhor!
Por Jefferson Almeida
domingo, 26 de setembro de 2010
_Um adeus que não deveria ter sido dado
Eu dificilmente uso o blog pra me expressar de maneira clara, em primeira pessoa, e sem intenção de resolver algo confuso dentro de mim.
De uns textos pra cá, isso mudou.
Pensamentos que pairam a mente descompromissadamente são colocados aqui, por mim. Como esse de agora por exemplo.
Faz um ano que perdi minha avó. No mesmo dia minha tia. Três meses depois minha bisavó e minha amiga/conselheira/protetora.
Uma dor diferente pra cada perda. Um vazio enorme alojado dentro de mim. Não obtive respostas até hoje. Mas a dor já não incomoda tanto.
Em contrapartida, relevando a morte, várias de minhas amigas engravidaram. Emergirão outras vidas pra esse mundo de meu Deus.
É difícil saber o sentido de todas essas coisas que acontecem com a gente e que acaba nos fortalecendo. Mas reclamar eu não vou mais, porque sou pequeno demais pra entender o propósito de algo que excede a minha mente, minha existência, e de toda a minha raça!
Eis que esse é só mais um dia, para a chegada do meu último dia aqui na terra.
Eis que minha mente ainda queima.
Eis que eu ainda espero chegar o natal, pra rever todo mundo contornando a mesa.
Eis que eu ainda penso, e sinto, e sofro, e nego, e fujo.
Eu ainda penso em você(s).
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Expresão Ativa - Na Dor de Uma Lágrima
De uns textos pra cá, isso mudou.
Pensamentos que pairam a mente descompromissadamente são colocados aqui, por mim. Como esse de agora por exemplo.
Faz um ano que perdi minha avó. No mesmo dia minha tia. Três meses depois minha bisavó e minha amiga/conselheira/protetora.
Uma dor diferente pra cada perda. Um vazio enorme alojado dentro de mim. Não obtive respostas até hoje. Mas a dor já não incomoda tanto.
Em contrapartida, relevando a morte, várias de minhas amigas engravidaram. Emergirão outras vidas pra esse mundo de meu Deus.
É difícil saber o sentido de todas essas coisas que acontecem com a gente e que acaba nos fortalecendo. Mas reclamar eu não vou mais, porque sou pequeno demais pra entender o propósito de algo que excede a minha mente, minha existência, e de toda a minha raça!
Eis que esse é só mais um dia, para a chegada do meu último dia aqui na terra.
Eis que minha mente ainda queima.
Eis que eu ainda espero chegar o natal, pra rever todo mundo contornando a mesa.
Eis que eu ainda penso, e sinto, e sofro, e nego, e fujo.
Eu ainda penso em você(s).
Por Jefferson Almeida
Na vitrola: Expresão Ativa - Na Dor de Uma Lágrima
sábado, 25 de setembro de 2010
_Ainda Estou Aqui!
Não tenho muito a dizer, mas gostaria de postar.
Tenho vivido muito estranhamente, como se tivesse que me conhecer novamente. Como se tivesse me perdido em algum momento, e esquecido de encaixar algum fragmento em mim. algo incompleto. Sei lá.
Uma fase estranha, provavelmente.
Observando com calma o passado, sempre identificamos uma situação em que poderíamos ter atuado melhor. Eu tenho varias.
Sempre procuro ser melhor do que eu. Devo parar de me cobrar tanto.
O futuro ainda me assusta.
A mentira do mundo ainda me assusta.
Muitas opções me confundem.
E eu ainda sinto medo.
Porém permaneço de pé! AINDA ESTOU AQUI!
E nada, nem o vento mais forte, conseguirá me derrubar!
Porque eu estou vivo!
Por Jefferson Almeida
Na vitrola - Maria Gadu
Tenho vivido muito estranhamente, como se tivesse que me conhecer novamente. Como se tivesse me perdido em algum momento, e esquecido de encaixar algum fragmento em mim. algo incompleto. Sei lá.
Uma fase estranha, provavelmente.
Observando com calma o passado, sempre identificamos uma situação em que poderíamos ter atuado melhor. Eu tenho varias.
Sempre procuro ser melhor do que eu. Devo parar de me cobrar tanto.
O futuro ainda me assusta.
A mentira do mundo ainda me assusta.
Muitas opções me confundem.
E eu ainda sinto medo.
Porém permaneço de pé! AINDA ESTOU AQUI!
E nada, nem o vento mais forte, conseguirá me derrubar!
Porque eu estou vivo!
Por Jefferson Almeida
Na vitrola - Maria Gadu
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